DIZIMAR NÃO É
SÓ UMA QUESTÃO BÍBLIA, MAS TAMBÉM DE GENEROSIDADE
Dízimo é a devolução
que fazemos ao nosso Senhor de tudo que ele nos dá, com carinho e muito amor.
Devolver o dízimo a Deus é o dever do bom cristão, um gesto bem generoso, prova
de nossa gratidão.
É dever de
todos agradecer a Deus. Nossa gratidão deve ser concreta, não apenas por palavra.
Agradecemos concretamente a Deus quando nos abrimos a conversão, buscando viver
integralmente o evangelho e quando nos comprometemos com as coisas de Deus
ajudando a expansão do evangelho e da igreja.
É justo que
sejamos gratos a Deus. O dízimo é um sinal dessa gratidão. O primeiro sentimento
necessário para oferecer o dízimo é, portanto, a nossa gratidão a Deus.
O dízimo
nos educa para a
gratidão e para a generosidade. Ele nos leva a abrir os horizontes
da nossa mente, a abrir o nosso coração e as nossas mãos.
Ser
dizimista é converter-se
e a conversão implica em deixar de lado nosso egoísmo, o nosso "eu",
renunciar a si mesmo. Somente pela conversão é que conseguimos enxergar as
necessidades de nossa igreja, de nossos irmãos carentes dos bens
materiais e espirituais. E somente pela conversão atingiremos as três dimensões
do dízimo: A
religiosa, a social e a missionária.
O amor aos
irmãos é um gesto nobre que nasce da vontade do coração de cada homem, porque Deus
nossa força, habita no coração de cada um de nós, basta a nós encontrá-lo.
A compaixão
é um sentimento de nobreza humana e ao mesmo tempo divina; A compaixão é uma
força que nos capacita não somente a sofrer a mesma paixão que o irmão, mas a
lutar concretamente pelo bem do próximo com a totalidade de nosso ser.
Dízimo é um
sinal de compromisso,
de fidelidade
com Deus, com a igreja e com os pobres; Jesus, na sua bondade infinita,
instituiu a sua igreja para ela evangelizar, servir e santificar. E para que ela
possa desempenhar a sua vocação evangelizadora no mundo, necessita de recursos
materiais e esses recursos, devem provir de nós, seus filhos, que somos e
formamos a igreja viva de Cristo aqui na terra.
Com o
dízimo você ajuda a transformar a igreja para que ela seja cada vez
mais unida e
fraterna, a fim de que possa cumprir a sua missão evangelizadora.
Na
evangelização, a igreja alimenta a vida espiritual do povo de Deus; no
amor, promove a vida com assistência material aos pobres e necessitados.
É nosso
dízimo transformado
em vida; é a porção de vida ofertada no dízimo que nos dá a alegria
da participação; É essa alegria que deve nos motivar a contribuir para que o
milagre aconteça, fazendo o que Jesus nos pede: "enchei as talhas de água”.
Nas bodas
de cana, Jesus pediu para encherem com água as talhas, para transformá-la em
vinho e garantir a continuidade da alegria da festa. Permitiu com isso, que o
homem tivesse também a alegria e a honra de cooperar, para o milagre. A
água é, assim, fonte de vida e fonte de alegria. O dízimo também.
Ser
dizimista na sua raiz mais profunda significa construir comunidade. Ser
dizimista é ter posse da maior parte, após entrega do dízimo, a parte da
gratidão. Dízimo não é imposição, não é obrigação;
é uma forma fácil de sermos gratos a Deus.
Dízimo é partilha, não é esmola. Partilhar não é dar o que
sobra. Partilhar é dar o que o outro precisa. Reparto confiante de que nada do
que ofereço, me fará falta. Dízimo é amor. É por isso que quanto mais
partilhamos, mais temos.
O dízimo
nos leva a um
desafio, uma promessa e bênçãos. Faça a experiência, diz o senhor
dos exércitos. Ml. 3:10-12; Conhecereis
a verdade, pois a verdade vos libertará. Jo.
8:32. O
dízimo é uma grande semente, para você semear Deus em seu coração e no coração
dos outros. Sou dizimista, porque é meu dever contribuir na
comunidade. E não aparecer diante do Senhor com as mãos vazias. Dt. 16:16. Pr. Eliezer Neves – Texto COMPILADO.







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