terça-feira, 30 de julho de 2013

DIZIMAR NÃO É SÓ UMA QUESTÃO BÍBLIA, MAS TAMBÉM DE GENEROSIDADE

Dízimo é a devolução que fazemos ao nosso Senhor de tudo que ele nos dá, com carinho e muito amor. Devolver o dízimo a Deus é o dever do bom cristão, um gesto bem generoso, prova de nossa gratidão.
É dever de todos agradecer a Deus. Nossa gratidão deve ser concreta, não apenas por palavra. Agradecemos concretamente a Deus quando nos abrimos a conversão, buscando viver integralmente o evangelho e quando nos comprometemos com as coisas de Deus ajudando a expansão do evangelho e da igreja.
É justo que sejamos gratos a Deus. O dízimo é um sinal dessa gratidão. O primeiro sentimento necessário para oferecer o dízimo é, portanto, a nossa gratidão a Deus.
O dízimo nos educa para a gratidão e para a generosidade. Ele nos leva a abrir os horizontes da nossa mente, a abrir o nosso coração e as nossas mãos.

Ser dizimista é converter-se e a conversão implica em deixar de lado nosso egoísmo, o nosso "eu", renunciar a si mesmo. Somente pela conversão é que conseguimos enxergar as necessidades de nossa igreja, de nossos irmãos carentes dos bens materiais e espirituais. E somente pela conversão atingiremos as três dimensões do dízimo: A religiosa, a social e a missionária.
O amor aos irmãos é um gesto nobre que nasce da vontade do coração de cada homem, porque Deus nossa força, habita no coração de cada um de nós, basta a nós encontrá-lo.
A compaixão é um sentimento de nobreza humana e ao mesmo tempo divina; A compaixão é uma força que nos capacita não somente a sofrer a mesma paixão que o irmão, mas a lutar concretamente pelo bem do próximo com a totalidade de nosso ser.
Dízimo é um sinal de compromisso, de fidelidade com Deus, com a igreja e com os pobres; Jesus, na sua bondade infinita, instituiu a sua igreja para ela evangelizar, servir e santificar. E para que ela possa desempenhar a sua vocação evangelizadora no mundo, necessita de recursos materiais e esses recursos, devem provir de nós, seus filhos, que somos e formamos a igreja viva de Cristo aqui na terra.
Com o dízimo você ajuda a transformar a igreja para que ela seja cada vez mais unida e fraterna, a fim de que possa cumprir a sua missão evangelizadora.
Na evangelização, a igreja alimenta a vida espiritual do povo de Deus; no amor, promove a vida com assistência material aos pobres e necessitados.
É nosso dízimo transformado em vida; é a porção de vida ofertada no dízimo que nos dá a alegria da participação; É essa alegria que deve nos motivar a contribuir para que o milagre aconteça, fazendo o que Jesus nos pede: "enchei as talhas de água”.
Nas bodas de cana, Jesus pediu para encherem com água as talhas, para transformá-la em vinho e garantir a continuidade da alegria da festa. Permitiu com isso, que o homem tivesse também a alegria e a honra de cooperar, para o milagre. A água é, assim, fonte de vida e fonte de alegria. O dízimo também.
Ser dizimista na sua raiz mais profunda significa construir comunidade. Ser dizimista é ter posse da maior parte, após entrega do dízimo, a parte da gratidão. Dízimo não é imposição, não é obrigação; é uma forma fácil de sermos gratos a Deus.
 Dízimo é partilha, não é esmola. Partilhar não é dar o que sobra. Partilhar é dar o que o outro precisa. Reparto confiante de que nada do que ofereço, me fará falta. Dízimo é amor. É por isso que quanto mais partilhamos, mais temos.

O dízimo nos leva a um desafio, uma promessa e bênçãos. Faça a experiência, diz o senhor dos exércitos. Ml. 3:10-12; Conhecereis a verdade, pois a verdade vos libertará. Jo. 8:32. O dízimo é uma grande semente, para você semear Deus em seu coração e no coração dos outros. Sou dizimista, porque é meu dever contribuir na comunidade. E não aparecer diante do Senhor com as mãos vazias. Dt. 16:16. Pr. Eliezer Neves – Texto COMPILADO.

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